HENRI MATISSE|10 MIN DE LEITURA
Guia das obras de Henri Matisse
São imagens que provavelmente já viu, e cada uma foi mudando à medida que ganhava forma. Em 1935, chegou uma nova modelo ao ateliê de Nice. As fotografias de todas as etapas da pintura que a mostra a dormir ainda hoje permitem acompanhar as decisões do artista.
AUTOR Moryarty

É habitual apresentar Henri Matisse por períodos: os anos fauvistas, os interiores decorativos, os recortes da última década. Mas a sua obra nunca seguiu essa divisão. Uma pose, uma manga e uma folha azul reaparecem nas pinturas, nas gravuras e nos papéis recortados. As seis obras de Henri Matisse aqui reunidas acompanham esse regresso entre 1935 e 1952. Cada uma das seis histórias conta quem posou para a obra, como o artista a reviu ou como foi impressa, e a que museu ou coleção pertence hoje.
A história vai da chegada de uma nova modelo ao ateliê de Nice, em 1935, aos quatro «Nus azuis», recortados em 1952. É a fotografia que nos permite acompanhá-la: a partir de 1935, Matisse mandou fotografar as suas telas em cada etapa para avaliar o trabalho em curso. Conservam-se registos de «Le Rêve» e de «La Blouse roumaine», uma pintura realizada cinco anos depois. As gravuras levaram depois a obra para além do ateliê: Edmond Vairel imprimiu as pranchas de «Jazz» com os guaches Linel usados nas maquetes, e Mourlot imprimiu o poster de Nice em Paris. Hoje, estas obras estão em museus: o Centre Pompidou possui as duas pinturas, a maquete de «Le cirque» e dois dos «Nus azuis», enquanto o Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque, guarda a litografia de Nice.
«Le Rêve» e a nova modelo que mudou a obra de Matisse
Matisse começou «Le rêve» (1935) em Nice, a 1 de abril de 1935, e terminou-o a 14 de maio. Essas seis semanas marcam o início de algo maior: foi em 1935 que Lydia Delectorskaya começou a posar para ele todos os dias. É ela a mulher adormecida nesta pintura, numa pose que voltaria a assumir muitas vezes. No final dos anos que passou com Matisse, tinha posado para mais de cem desenhos e esboços e cerca de noventa pinturas. Esta figura descontraída surge numa das primeiras obras dessa longa colaboração.

A ficha da obra no Centre Pompidou refere que o encontro com esta modelo deu a Matisse uma nova visão, e que a sua pose descontraída já aparece no primeiro desenho que fez dela. A serenidade que o museu encontra no rosto estende-se a toda a tela.
Conservam-se fotografias de seis etapas da pintura, que documentam uma revisão profunda. De etapa em etapa, a figura foi crescendo no quadro, até ultrapassar os limites da tela.
A obra gémea, pintada na mesma altura, era «Le Nu rose», a tela que o Centre Pompidou considera a mais importante desse ano e que hoje pertence ao Baltimore Museum of Art. O museu interpreta «Le rêve» como um passo em direção a esse quadro maior. As duas obras partilham o tecido aos quadrados do divã e a combinação de azul e rosa. Na descrição que o museu faz da versão final, o corpo rosa surge como uma forma sobre o fundo azul, e os elementos azuis do fundo assumem-se como formas autónomas.
O percurso posterior da pintura está documentado. Em 1947, viajou da Pierre Matisse Gallery, em Nova Iorque, para uma exposição no Palácio dos Papas de Avinhão. Vinte e um anos depois, na retrospetiva de Matisse de 1968, na Hayward Gallery, em Londres, foi exposta sob o título «O sonho». Na altura, pertencia à coleção do casal Pierre Matisse.
Em 1979, o Museu Nacional de Arte Moderna, em Paris, comprou-a, e desde então integra a coleção do Centre Pompidou. Em 1940, Matisse pintou outro quadro, diferente, também intitulado «Le Rêve». É por isso que a data de 1935 identifica esta obra.
Como uma blusa romena bordada se tornou «La Blouse roumaine»
A ficha do Centre Pompidou refere que Matisse colecionava tecidos artesanais e que a beleza gráfica dos seus motivos o comovia. Esse interesse é visível nos desenhos a pena publicados em «Cahiers d'art» em 1936, nos quais a modelo já veste uma blusa de mangas largas bordadas. Um texto do museu, reproduzido por Sarah Aaronson, indica que as blusas que deram origem a este conjunto de obras vinham do seu amigo Pallady. As blusas das camponesas romenas tinham estado na moda em Paris nos anos 1920, em parte porque a rainha Marie da Roménia as usava.

Pintou «A blusa romena» (1940) no Hôtel Régina, em Nice, entre dezembro de 1939 e abril de 1940. A modelo original foi Lydia Delectorskaya, embora ao longo dos anos se tenham sugerido outras mulheres como fonte de inspiração, entre elas Elvira Popescu, Elena Văcărescu, Anna de Noailles e Marthe Bibesco. No início, a pintura tinha um fundo florido e uma modelo de cabelo castanho encaracolado, disposto em rolos ao gosto da época. Vestia aquilo a que Matisse chamou «uma bela blusa romena antiga, bordada a ponto de cruz num vermelho envelhecido».
Matisse já mandava fotografar as suas pinturas em cada etapa desde 1935, e esta tela deu origem ao registo mais completo desse hábito: à medida que avançava, cada etapa ficava registada em película. O cenário foi desaparecendo, os padrões simplificaram-se e as cores passaram a formar áreas lisas, até um simples oval substituir as feições da modelo. O que não desapareceu foi a blusa. O Centre Pompidou considera a decoração bordada o verdadeiro tema do pintor nesta obra. É esse o paradoxo subtil do quadro: começou por ter a mulher como tema e acabou por ter a blusa.
Quando a pintura foi exposta, as fotografias ficaram ao seu lado. Em dezembro de 1945, a nova Galerie Maeght inaugurou a sua programação em Paris com seis pinturas de Matisse, no seu primeiro evento na cidade. Esta tela foi apresentada com as fotografias datadas das suas treze etapas, emolduradas como se fossem telas autónomas.
François Campaux transformou depois as fotografias num filme que as mostra em sequência, permitindo acompanhar a criação da pintura passo a passo.
No apartamento de Matisse, no boulevard Montparnasse, a tela e a pintura de 1940 também intitulada «Le Rêve» estavam penduradas uma de cada lado de uma obra mais antiga, em posições simétricas. O quadro chegou às coleções nacionais em dois momentos: primeiro como depósito temporário, em substituição de uma pintura que tinha sido emprestada, e depois como doação, por declaração do artista de 21 de outubro de 1949. O Estado registou a afetação em 1953, e «La Blouse roumaine» pertence desde então ao Centre Pompidou, Museu Nacional de Arte Moderna.
A pintura teve uma segunda vida na moda. Yves Saint Laurent chamou «La Blouse roumaine» a uma coleção de 1981, e tanto Jean Paul Gaultier como Tom Ford criaram coleções a partir da sua imagem. Com o Centre Pompidou encerrado para obras de renovação, a tela segue para o Hermitage Amsterdam, em Amesterdão, para a exposição «Chez Matisse». É apenas a segunda vez que o Pompidou a empresta.
«O circo» e os planos de Tériade para «Jazz»
Tériade, o editor nascido na Grécia cujo verdadeiro nome era Efstratios Eleftheriades, já tinha proposto a Matisse, no verão de 1941, um livro a cores. Descrevia a ideia como um manuscrito moderno com pinturas. O livro que viria a ser «Jazz» teve primeiro outro título, e a imagem hoje conhecida como «O circo» (1947) é uma das suas pranchas.

Entretanto, as circunstâncias de Matisse tinham mudado profundamente. Um diagnóstico de cancro em 1941 e a cirurgia que se seguiu deixaram-no confinado à cadeira e à cama. Tinha 74 anos quando o trabalho no livro começou. Já não conseguia pintar nem esculpir como antes, por isso dividiu as tarefas com os seus assistentes: eles pintavam folhas de papel com guache, e Matisse recortava-as. A tesoura tomou o lugar do pincel, e Matisse podia trabalhar o papel sem sair da cadeira.
A maquete da página do circo data de julho de 1946 e segue a técnica de todas as imagens de «Jazz»: papel pintado com guache, recortado e colado sobre papel montado em tela. Pode ter sido pensada para a capa do livro, embora os registos não o confirmem. A sua posição final é certa: prancha II, a primeira imagem de página inteira que se encontra em «Jazz».
Tantas das primeiras imagens mostravam artistas de circo que o livro foi inicialmente pensado como «Le Cirque». Depois juntaram-se temas que nada tinham que ver com o circo, e o título mudou para «Jazz». Segundo Matisse, as imagens tinham nascido daquilo a que chamava memórias cristalizadas de circos, contos populares e viagens. A página do circo mostra por que razão o primeiro título fazia sentido: uma ampla área azul, uma silhueta preta de acrobata num espaço branco inclinado, uma faixa amarela com letras vermelhas e pretas dispersas, e letras cor de laranja a cair pelo azul.
As pranchas impressas tinham de ser fiéis às cores dos recortes: essa era a única condição de Matisse. Tériade escolheu o pochoir, uma técnica de impressão com estêncil que permitia usar os guaches Linel já presentes nas maquetes. O colorista Edmond Vairel realizou essa impressão, e a Draeger Frères imprimiu as páginas com o texto manuscrito de Matisse.
«Jazz» foi publicado a 30 de setembro de 1947 em duas versões: 250 livros, com as pranchas intercaladas no texto manuscrito do artista, e 100 portefólios apenas com as impressões. O Art Institute of Chicago comprou o seu exemplar da página do circo em maio de 1948 ao negociante de arte Pierre Berès, que o tinha recebido do artista e do editor. A maquete original, o objeto que Matisse efetivamente recortou, entrou no Centre Pompidou em 1985 por dação em pagamento, uma transferência aceite em substituição de impostos, juntamente com as restantes maquetes de «Jazz».
Da natureza-morta ao poster de turismo «Nice, Travail et Joie»
O posto de turismo de Nice pediu a Matisse que criasse um poster para promover a cidade, segundo a Galerie 123, que comercializa posters vintage. A Biblioteca do Congresso identifica o Syndicat d'Initiative de Nice e a Union Méditerranéenne pour l'art moderne como as entidades editoras do poster de 1947.

Para a imagem, não pintou nada de novo. Segundo a Galerie 123, «Nice, trabalho e alegria» reutiliza a pintura de Matisse de 1947 «Nature morte aux grenades, Vence». O poster acrescenta à imagem pintada as palavras «Nice, Travail & Joie», manuscritas pelo artista. As palmeiras, a fruta e o prato formam, antes de mais, uma natureza-morta; as letras transformam-na num convite.
A oficina Mourlot imprimiu o poster litográfico em Paris.
Um dos exemplares impressos foi parar a uma coleção que talvez surpreenda: a litografia pertence ao departamento de Arquitetura e Design do Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque, uma doação de G. E. Kidder Smith.
Como Matisse criou «Nu bleu II»
«Nu bleu II» faz parte dos quatro «Nus azuis» de 1952. Matisse criou-os em Nice, no amplo ateliê do Hôtel Régina, e trabalhou depressa: «Nu bleu I», «Nu bleu II» e «Nu bleu III» surgiram um após outro, cada um no espaço de poucas horas. A numeração não segue a ordem em que as obras foram feitas.

A numeração também não dá ideia de quanto Matisse desenhou antes de começar a recortar. Antes da série, atravessou um período de frustração. Pousou a tesoura, desenhou uma e outra vez um nu feminino sentado e só depois voltou ao recorte. A pose vinha de décadas atrás, das figuras sentadas que tinha explorado na pintura e na escultura: «Nu assis, Olga» (1910) e a segunda versão de «Vénus à la coquille» (1932).
Lydia Delectorskaya, que o acompanhou durante a série, recordou que cada um dos «Nus azuis» foi recortado num dia diferente, de uma só vez, com a tesoura, em dez ou quinze minutos, no máximo. O Centre Pompidou regista que «Nu bleu I», «Nu bleu II» e «Nu bleu III» foram feitos, cada um, no espaço de poucas horas.
Os espaços entre as formas assinalam as articulações do corpo e dão uma sensação de volume ao papel plano, como quando uma perna dobrada passa à frente da coxa da outra. Com a figura recortada de uma única folha, é possível imaginar os intervalos a fechar-se novamente. As formas azuis recortadas encaixam umas nas outras sobre um fundo bege quente, com contornos bem definidos.
«Nu bleu II» entrou no Centre Pompidou em 1984 e pertence hoje ao Museu Nacional de Arte Moderna, em Paris. A exposição de 2014 «Henri Matisse: Os recortes», apresentada em conjunto pelo MoMA e pela Tate Modern, incluiu «Nu bleu II».
Por que razão «Nu bleu III» é uma obra acabada?
«Nu bleu III», tal como as duas obras que o acompanham na sequência, ganhou forma em poucas horas, em 1952. A folha está assinada e datada com a inscrição H MATISSE 52.

O Centre Pompidou, proprietário da obra, deixa claro: nos «Nus azuis», o método do recorte permanece plenamente visível, como uma forma de arte autónoma. Os contornos conservam a marca da tesoura, os espaços entre as formas permanecem visíveis, e a silhueta de um azul profundo lê-se ao mesmo tempo como um corpo e como um pedaço de papel recortado.
O museu comprou «Nu bleu III» em 1982, e o original integra desde então a coleção do Museu Nacional de Arte Moderna, em Paris.
Os quatro «Nus azuis» voltaram a reunir-se no Grand Palais, na exposição «Matisse, 1941–1954», inaugurada a 15 de junho de 2018.
Num espaço tranquilo de casa, como o quarto, escolheríamos a figura adormecida de «Le Rêve» para a parede. Se alguma destas seis obras mudou a forma como olha para uma parede de casa, a nossa coleção de Henri Matisse reúne num só lugar os recortes, a blusa e a figura adormecida.
Sabia que…?
- Em 1952, Matisse criou o friso de 16 metros «La Piscine» para o seu próprio prazer.
- No verão de 1952, Matisse e Lydia Delectorskaya foram a uma piscina pública em Cannes apenas para observar os mergulhadores.
- O escultor Constantin Brancusi era conhecido por aparecer nas festas de Montparnasse vestido de camponês romeno.
- No Hôtel Régina, uma faixa larga de papel branco foi afixada à volta das paredes da sala de jantar de Matisse, forradas a serapilheira, um pouco acima da altura da cabeça.
- «La Blouse roumaine» aparece nos registos com outros títulos, entre eles «Jeune fille: la blouse roumaine», «La blouse paysanne» e «La Blouse paysanne roumaine, fond rouge».
- Matthew Gale, responsável pela apresentação das coleções da Tate, observou que os recortes de Matisse eram vistos como infantis no meio artístico da época.
- Matisse também fez litografias intituladas «Nu bleu», baseadas nos estudos de figuras recortadas. Estava a meio da série quando morreu, em 1954.
Perguntas sobre a arte de Matisse
Qual é o estilo artístico de Henri Matisse? Matisse foi um dos líderes dos Fauves, o grupo de pintores de Paris que libertou a cor da obrigação de descrever as coisas; a cor passou a sustentar a composição por si só. A cor, a linha e os motivos planos acompanharam-no durante o resto da sua longa vida. Os recortes são a expressão tardia desse mesmo impulso: o guache dava a cor, e a tesoura, a linha.
Como fazia Henri Matisse os seus recortes? Primeiro, os seus assistentes pintavam folhas de papel com guache; depois, Matisse recortava diretamente na cor com a tesoura.
Que doença teve Henri Matisse? Em 1941, Matisse recebeu um diagnóstico de cancro do estômago. Seguiu-se uma cirurgia e, depois, passou a recortar com a tesoura folhas de papel pintadas para criar as suas obras. É o método usado nos «Nus azuis».
Porque é tão célebre «La Blouse roumaine»? Em parte, porque o seu processo de criação foi mostrado ao público. As fotografias das treze etapas acompanharam a tela acabada na primeira exposição da Galerie Maeght em Paris, em 1945, e o filme de François Campaux permitiu acompanhar a simplificação da pintura. Depois, a moda interessou-se pela obra: Yves Saint Laurent deu o seu título a uma coleção de 1981. O próprio Matisse voltou repetidamente ao tema, pintando dez versões entre 1939 e 1945.
Onde posso ver os «Nus azuis» de Matisse? «Nu bleu II» e «Nu bleu III» estão em Paris, na coleção do Museu Nacional de Arte Moderna, no Centre Pompidou. Os quatro voltaram a reunir-se no Grand Palais para a exposição «Matisse, 1941–1954». Na Tate Modern, a exposição dos recortes apresentou lado a lado o maior número de «Nus azuis» alguma vez reunidos numa exposição.
Como são feitos os nossos posters de Matisse? Restauramos cada obra à mão, preservando o desenho e as cores originais. Na nossa oficina em Barcelona, imprimimos cada obra em papel mate fine art de 230 g/m², com tintas pigmentadas de arquivo. Os nossos preços mantêm-se acessíveis porque acreditamos que a arte não deve ser apenas para quem tem mais posses. Os detalhes sobre encomendas, molduras e entregas estão nas perguntas frequentes.
Sobre o autor
A Moryarty foi fundada em 2015 e reúne mais de 2.000 posters vintage, encontrados em museus, bibliotecas e coleções. Restauramos cada obra à mão, sem alterar as suas cores. Imprimimos todas as obras na nossa oficina em Barcelona, em papel mate fine art. Esse cuidado faz mais diferença nas áreas de cor lisa e nos contornos recortados de Matisse do que na maioria dos posters. Escrevemos sobre as obras porque conhecer as suas histórias é metade do prazer de as pendurar.
Fontes
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- «Le Rêve», ficha da coleção do Centre Pompidou
- «Le Rêve» (Matisse), Wikipédia
- «La Blouse roumaine», ficha da coleção do Centre Pompidou
- A obra «La Blouse roumaine», texto alargado do Centre Pompidou
- Em destaque «La Blouse roumaine», de Henri Matisse, revista «Pompidou+»
- «La Blouse Roumaine», Wikipédia
- «La blouse roumaine», de Henri Matisse, Ciné-club de Caen
- «La Blouse Roumaine», Sarah Aaronson
- «La Blouse Roumaine», de Matisse, será exposta em Amesterdão, NL Times
- «La Blouse roumaine», coleção de Yves Saint Laurent de 1981, The Genealogy of Style
- «Jazz», de Henri Matisse, Biblioteca Pública de Nova Iorque
- «Le cirque», ficha da coleção do Centre Pompidou
- «O circo», de «Jazz», Art Institute of Chicago
- 10 coisas a saber sobre «Jazz», de Matisse, Art Institute of Chicago
- «O circo» («Le Cirque»), de «Jazz», MoMA
- «Jazz» (Henri Matisse), Wikipédia
- «Henri Matisse: Jazz», Logan Center Exhibitions, Universidade de Chicago
- «O circo», de «Jazz», registo de proveniência do Art Institute of Chicago
- «Nice, Travail et Joie», poster vintage original, Galerie 123
- Henri Matisse. «Nice, Travail et Joie». 1947, MoMA
- «Nice: travail et joie», H. Matisse, Biblioteca do Congresso
- A história secreta dos «Nus azuis» de Henri Matisse, revista «Pompidou+»
- Em destaque «Nu azul II» («Nu bleu II»), de Henri Matisse, revista «Pompidou+»
- Henri Matisse. «Nu azul II». 1952, áudio do MoMA
- «Henri Matisse: Os recortes» no Museu de Arte Moderna, The City Review
- «Henri Matisse: Os recortes», Tate
- «Nu bleu III», ficha da coleção do Centre Pompidou
- «Nus azuis», Wikipédia
- Lydia Delectorskaya, Wikipédia
- Recortar diretamente na cor viva: Matisse chega a Nova Iorque, Apollo Magazine
- Os recortes de Matisse: porque me sinto feliz, La Fée Culturelle
- Guia da obra «Nu azul», Florida State University Museum of Fine Arts
- «Formes», ficha da coleção do Centre Pompidou
- Henri Matisse, Wikipédia