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Moryarty

Ceylon Poster

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Ceylon (1850) — cianotipia de Anna Atkins

Reconhecida como a primeira fotógrafa, Anna Atkins foi pioneira nas cianotipias botânicas, captando a beleza etérea das samambaias num tom azul singular — esta obra intemporal confere uma elegância histórica serena e um sopro de maravilha natural ao seu espaço

Os nossos posters são impressos em papel artístico mate sem ácido de alta gramagem (230g/m²), com tintas resistentes aos raios UV para máxima durabilidade. Também oferecemos impressão em tela texturada (300g/m²), mais flexível e resistente. As nossas molduras são fabricadas em alumínio leve ou madeira maciça. Mais informações nas Perguntas Frequentes.

Ref : BOT119

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Sobre o artista

Anna Atkins foi uma botânica e fotógrafa britânica cuja obra inovadora cruzou ciência e arte. Em meados do século XIX, adotou o processo de cianotipia para documentar espécimes vegetais, produzindo alguns dos primeiros livros fotográficos e redefinindo a ilustração botânica com rigor e poesia visual.

Os seus fotogramas, obtidos ao colocar plantas diretamente sobre papel sensibilizado, distinguem-se pela clareza e simplicidade poética. A contribuição de Atkins continua a fascinar colecionadores de fotografia primitiva e amantes do diálogo entre a investigação científica e a cultura visual.

A obra

Esta cianotipia, intitulada Ceylon, reflete o fascínio vitoriano pela exploração botânica global e pela circulação de espécimes. A referência a Ceylon, hoje Sri Lanka, evoca as redes coloniais da época e a relevância de catalogar flora exótica tanto para a ciência quanto para colecções privadas.

Criada no âmbito do esforço de Atkins para preservar conhecimento botânico, a imagem funciona simultaneamente como registo científico e objeto estético. Encapsula o espírito de descoberta e o cuidado documental que caracterizaram a botânica do século XIX, aproximando o observador de um momento em que a fotografia revolucionava a história natural.

Estilo e características

A impressão mostra uma samambaia delicada em silhueta branca nítida sobre um fundo azul ciano profundo e luminoso. A técnica de contacto capta cada folíolo e nervura com pormenor, produzindo um efeito rendilhado e etéreo próprio da cianotipia.

A composição é minimalista e expressiva, com amplo espaço negativo que valoriza a forma orgânica. Pequenas variações no azul e na textura do papel conferem um cariz artesanal, enquanto a atmosfera geral permanece calma e contemplativa. Para quem aprecia formas naturais, esta peça complementa-se com outras impressões botânicas e obras em tonalidades azuis numa apresentação interior coerente.

Na decoração de interiores

Esta cianotipia oferece uma presença serena e intemporal em salas de estar, quartos ou gabinetes. A paleta azul e branca harmoniza com interiores neutros, madeiras claras e fibras naturais, tornando-a versátil tanto em ambientes clássicos quanto contemporâneos.

Perfeita para estilos minimalistas, escandinavos ou costeiros, pode ser exibida isolada ou integrada numa parede de galeria com outras obras vintage ou botânicas. O tom tranquilo e a ressonância histórica da peça atraem entusiastas de design e colecccionadores exigentes.