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Moryarty

Jacintos Poster

Jacintos Poster

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Jacintos, de The Temple of Flora (1807), por Robert John Thornton

Traga uma elegância intemporal ao seu espaço com esta magnífica ilustração botânica, celebrada pelas suas cores vibrantes e pormenores minuciosos, criada por Thornton — um visionário que uniu arte e ciência para produzir algumas das mais encantadoras obras florais da história

Os nossos posters são impressos em papel artístico mate sem ácido de alta gramagem (230g/m²), com tintas resistentes aos raios UV para máxima durabilidade. Também oferecemos impressão em tela texturada (300g/m²), mais flexível e resistente. As nossas molduras são fabricadas em alumínio leve ou madeira maciça. Mais informações nas Perguntas Frequentes.

Ref : BOT159

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Sobre o artista

Robert John Thornton foi um médico e botânico inglês que desempenhou um papel central na época áurea da ilustração botânica britânica. A sua obra mais celebrada, The Temple of Flora, nasceu como um projeto ambicioso para unir a precisão científica à grandiosidade da arte, transformando estudos botânicos em objetos de beleza e fascínio.

Thornton trabalhou com gravadores e coloristas de renome para produzir pranchas que atraíam tanto estudiosos como estetas. O seu legado é um reflexo do espírito iluminista, em que a curiosidade pelo mundo natural se aliava ao desejo de excelência artística.

A obra

Esta representação de jacintos provém de The Temple of Flora, publicada em 1807, num período em que as investigações botânicas eram ao mesmo tempo rigorosas e socialmente valorizadas. A época conheceu um aumento na coleção de plantas, no desenho de jardins e na publicação de folios botânicos luxuosos que permitiam aos entusiastas apreciar espécies raras e exóticas desde casa.

A prancha dos jacintos de Thornton evoca o estatuto da flor como símbolo de primavera e renovação. A obra regista a fascinação cultural pela classificação e pelo cultivo da beleza, oferecendo um vislumbre dos valores e das paixões da Grã-Bretanha do início do século XIX. Para o olhar contemporâneo, mantém-se tanto como documento histórico quanto celebração da arte botânica.

Estilo e características

A composição centra-se em vários espigões florais de jacinto, cada um representado com pormenores meticulosos e enquadrado por longas folhas verdes de aspecto escultórico. O artista recorre a traços delicados e a sombreamento subtil para criar profundidade e uma textura aveludada nas flores, marcas da ilustração botânica de elevada qualidade.

Uma paleta suave de branco pálido, azul delicado e verde fresco confere à impressão uma qualidade luminosa e tranquila. O equilíbrio entre precisão científica e elegância decorativa torna-a uma peça versátil para interiores, especialmente em conjunção com outras impressões botânicas ou arte clássica para um conjunto de galeria requintado.

Na decoração de interiores

Esta impressão botânica acrescenta uma presença serena e estruturada a quartos, recantos de leitura ou halls de entrada. Os tons florais frios combinam com madeiras claras, linho e cerâmica, integrando-se de forma harmoniosa com arte mural em tons de azul para um aspeto arejado e coeso.

Exposto sozinho sobre uma consola ou agrupado com outros estudos florais, apelará a jardineiros, a minimalistas do design que procuram um apontamento natural e a quem valoriza interiores com sentido histórico e refinamento silencioso.