Sobre o artista
Criado por um artista anónimo, este mapa do fundo oceânico de 1967 surge numa época decisiva em que a visualização científica começou a chegar a um público mais amplo. Em meados do século XX, os progressos na oceanografia e na cartografia possibilitaram a produção de mapas detalhados que tornaram os mistérios do mar profundo compreensíveis nas salas de aula e nos lares.
Peças cartográficas anónimas como esta personificam o espírito da descoberta e a democratização do conhecimento: eram frequentemente fruto de colaboração entre cientistas, desenhadores e designers, equilibrando rigor técnico com clareza visual.
A obra
O mapa Fundo dos Oceanos nasceu num período em que descobertas científicas — como a teoria das placas tectónicas e as expedições ao talude continental — mudaram a perceção do planeta. Ao traduzir dados batimétricos complexos para um formato visualmente apelativo, esta obra tornou paisagens invisíveis sob as ondas acessíveis a um público mais vasto.
Concebido com fins educativos e decorativos, estabelece uma ponte entre a investigação científica e a apreciação quotidiana. Quem procura arte mural sobre o mar ou posters de ciência reconhecerá aqui um objecto convincente de uma fase transformadora das ciências da Terra.
Estilo e características
A paleta é harmoniosa: azuis oceânicos frios contrapostos com beiges e cremes terrosos que equilibram serenidade e autoridade. O relevo batimétrico é sugerido por gradientes subtis e linhas de contorno que exprimem profundidade e complexidade do leito marinho, mantendo contudo leitura nítida e acessível.
A composição revela ordem e equilíbrio, a marca do desenho cartográfico do meio do século, enquanto a tipografia contida confere um tom refinado. O estilo contido e elegante integra-se tanto em contextos académicos como em interiores modernos, complementando outras impressões de mapas vintage que privilegiam função e estética.
Na decoração de interiores
Este poster vintage revela-se ideal em espaços onde se valoriza a curiosidade intelectual e uma atmosfera tranquila: escritórios domésticos, bibliotecas e salas de estar. O motivo científico aporta estrutura e interesse a ambientes minimalistas ou contemporâneos, ao passo que a temática oceânica introduz um subtil sentimento de aventura.
Combinado com paredes neutras, madeira natural ou apontamentos metálicos, o mapa ganha um aspecto requintado; tons de azul mais profundos podem criar uma atmosfera mais imersiva e contemplativa. A peça atrai viajantes, entusiastas de geografia e quem procura integrar arte reflexiva e instrutiva no seu espaço
